Subway Surfers é um jogo para celular que eu conheci há mais de uma década, originalmente não tinha o idioma português, mas, felizmente, isso foi resolvido posteriormente. Compreensível, já que é uma obra gringa. O que eu não admito é um jogo brasileiro em inglês sem a opção para o idioma do Brasil! Talvez, se eu soubesse disso, nem teria comprado MetroLand, que conheci através deste vídeo do Fiaspo, contundo, não me arrependi da compra nem de tê-lo jogado. Foi a platina mais rápida que já fiz, só por isso, e por poder jogar uma cópia de Subway Surfers no PS5, já valeu a pena. Aliás, há vários defeitos do jogo original que foram corrigidos nesta cópia; dentre eles, o de eliminar propagandas e compras dentro do jogo. Para conseguir zerar MetroLand, é só gastar uma única vez com o preço da PlayStation Store e pronto.
Conheci Who Needs a Hero? pelo YouTube e, mesmo podendo jogá-lo no PC, só resolvi comprá-lo numa promoção do PlayStation Store. Satisfatoriamente, não há a opção de obscenidades para o PS5, lamentavelmente, há um erro na personalização do protagonista nesta versão, não consegui realizar as modificações que queria. A jogabilidade é bem simples, assim como Metroland, pois é um RPG de texto com foco na trama satírica bem escrita e inteligente. O jogador limita-se a fazer escolhas e jogar dados para lutar contra inimigos, ou seja, derrota-se os monstros com base na sorte, apesar de que há certa estratégia ao escolher usar um dado feito literalmente de merda ou outros itens compráveis com o ouro do jogo.
Reuni meus comentários sobre estas três platinas neste único texto, pois eu não tinha muito o que dizer. Os próximos jogos que pretendo comentar no Aniliquajo são It Takes Two e Marsupilami: Hoobadventure. Até lá.


