Infelizmente, no ano de 2025, não tive a oportunidade de assistir a tantos filmes no Festival de Cinema Francês como no ano anterior (clique aqui para conferir meus simples comentários sobre eles). Comentá-los-ei na sequência em que os vi, que coincidentemente é a minha lista de o melhor para o pior. Logo após, comento sobre o melhor filme que experienciei no cinema em dezembro de 2025.
Aniliquajo
Aniquilando Conceitos
domingo, 25 de janeiro de 2026
terça-feira, 28 de outubro de 2025
90 Anos do Maior Quadrinista Brasileiro
Ontem, Maurício de Sousa completou 90 anos de idade, poucos dias após sua cinebiografia ter estreado nos cinemas, então aproveito o ensejo para também comentar sobre outras de suas obras que eu vi na telona. Já publiquei no Aniliquajo simples comentários sobre os quadrinhos baseados em suas criações, mas ainda não tinha escrito nada muito extenso sobre o audiovisual, não que eu vá me prolongar neste texto, mas será consideravelmente maior que minhas curtas aprovações em redes sociais.
A primeira vez que fui prestigiar meu quadrinista favorito no cinema foi em 2004, ainda criança, foi uma experiência inesquecível em que, mesmo ao sair da sessão, ainda se podia ver os créditos na entrada das salas. No mesmo ano, também pude conferir Shrek 2 e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, vale destacar, duas sequências espetaculares, mas também o terrível Homem-Aranha 2 que dispensa comentários, pois já o fiz em O Melhor Homem-Aranha. Contundo, voltando ao cerne deste texto, pude ver em casa longas-metragens mais antigos do Maurício através de fitas VHS que eu alugava em locadoras, como As Aventuras da Turma da Mônica e A Princesa e o Robô (confira vídeos sobre eles no YouTube), e eram animações tão, senão mais, divertidas que a que vi no cinema. Só não lembro se foi antes ou depois do Cinegibi.
domingo, 10 de agosto de 2025
Os Melhores Filmes de Maio a Julho de 2025
quarta-feira, 7 de maio de 2025
Os Melhores Filmes de Março e Abril de 2025
Theo James que interpreta o protagonista e seu gêmeo do mal quando adultos está ótimo, mas Christian Convery que os interpreta quando mais jovens está perfeito; pensei até que se tratava de dois atores mirins! Não gosto da Tatiana que faz a mãe dos dois, mas ela felizmente dura pouco no filme e ainda tem uma morte marcante, um dos poucos momentos pesados da obra. O Macaco, inspirado num conto de Stephen King, é muito mais comédia que terror, mas de um humor sanguinolento. Também gostei de ver o Adam Scott, pena que ele teve pouco tempo de tela. O engraçado é que, por sua aparente morte pelo boneco assassino, depois, sua esposa só fala mal dele, pois pensa que ele abandonou a família.
A dublagem brasileira foi igualmente perfeita: Philippe Maia, Enzo Dannemann, Mariana Torres, Eduardo Drummond, Reginaldo Primo e Sérgio Cantú foram maravilhosos! Destaco o Enzo, que me enganou igual ao Christian por causa dos gêmeos jovens.


