quarta-feira, 28 de outubro de 2026

O Primeiro de Uma Nova Era

Depois de sete anos, finalmente a trilogia solo do Tom Holland como Homem-Aranha foi concluída! Um Novo Dia não é o melhor filme do Cabeça de Teia que eu já vi, mas é uma miríade de vezes melhores que Sem Volta Para Casa, que não dá para considerar como um longa-metragem solo do Tom. Cinco anos se passaram desde que escrevi O Melhor Homem-Aranha e muita coisa mudou, não só em mim como no próprio Universo Cinematográfico Marvel, e não posso dizer que a mudança deste foi para melhor. Não obstante, houve o Quarteto Fantástico que eu adorei e comentei em Os Melhores Filmes de Maio a Julho de 2025. Eu estava com um misto de empolgação e preocupação quanto a Um Novo Dia: encontrava-me ansioso para ver o Tom Holland como Homem-Aranha novamente na telona, contudo temia que o Tobey Maguire desse as caras e estragasse mais uma película do Teioso; felizmente, perturbei-me à toa: este ator não consta no filme que comentarei logo abaixo!

Gostei tanto de Um Novo Dia que fui ao cinema em duas ocasiões distintas para apreciá-lo, assim como fui com Capitão América: Guerra Civil; parcialmente porque precisei me ausentar por alguns minutos para ir ao banheiro na minha primeira sessão, contudo não perdi nada importante nessa minha ida, como comprovei na minha segunda exibição. Adorei mesmo, é um ótimo longa, mas não chega a ser maravilhoso, por isso dou Quatro Estrelas para ele, segundo minha classificação que registrei em Simples Comentários – Introdução. Para efeito de comparação, revi Homem-Aranha: De Volta ao Lar há poucos dias e dei Cinco Estrelas para ele. Longe de Casa, pela minha memória, é a melhor obra do UCM que já tive o prazer de conferir, mas ainda me resta revê-lo em breve por meio do Blu-ray que comprei recentemente e que consta na foto ao final deste texto. Eu já tinha o DVD há anos, mas agora estou colecionando esses discos azuis em alta definição, embora eu não me considere um colecionador, nem com rótulo algum. Recomendo a leitura de Embalagens Humanas.

Ainda não tinha escrito isto, porém fiquei com preguiça de repetir o modelo descrito na Introdução por mais tempo que o adotado, em razão disso é que tenho escrito simples comentários compilados em “Os Melhores Filmes de tal a tal mês de tal ano”, e até esse modelo tem me cansado, mas pretendo voltar com ele ainda em 2026, além do mais estou devendo os comentários dos filmes de 2025.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

terça-feira, 21 de julho de 2026

Ukko e Guará

O lobo-guará é um animal por quem tenho grande afeto. Desde criança, adoro-o. Já joguei um jogo antes com o bicho e, de lá para cá, adquiri calendários, uma estatueta (infelizmente manca no atual momento), adesivos, livro de colorir, camisetas e uma caneca do animal. Espero poder conhecê-lo “pessoalmente” um dia. Entretanto, neste texto, comentarei sobre o jogo criado pelo estúdio brasileiro Maqna Interactive.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Poder em Dobro

Não lembro se já registrei no Aniliquajo, mas nunca fui de comprar grandes lançamentos, jogos AAA copiosamente caros e que meu PC não suporta. Porém, desde que consegui meu PS5, tenho jogado jogos grandes que entram em promoção e eu posso pagar no momento. It Takes Two é um deles e comentarei sobre ele neste texto.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Três Platinas Fáceis de Jogos Curtos

Subway Surfers é um jogo para celular que eu conheci há mais de uma década, originalmente não tinha o idioma português, mas, felizmente, isso foi resolvido posteriormente. Compreensível, já que é uma obra gringa. O que eu não admito é um jogo brasileiro em inglês sem a opção para o idioma do Brasil! Talvez, se eu soubesse disso, nem teria comprado MetroLand, que conheci através deste vídeo do Fiaspo, contundo, não me arrependi da compra nem de tê-lo jogado. Foi a platina mais rápida que já fiz, só por isso, e por poder jogar uma cópia de Subway Surfers no PS5, já valeu a pena. Aliás, há vários defeitos do jogo original que foram corrigidos nesta cópia; dentre eles, o de eliminar propagandas e compras dentro do jogo. Para conseguir zerar MetroLand, é só gastar uma única vez com o preço da PlayStation Store e pronto.

Comprei Arise: A Simple Story porque já tinha visto uns vídeos no YouTube que mostravam o quão belo o jogo era, não só pelos lindos gráficos, mas como também pela sua história e trilha sonora soberba. Felizmente, dá para jogar cooperativamente, então convidei minha mãe para controlar o protagonista e eu, os elementos do cenário. Contudo, achei esse meu controle chato, então trocamos; ela não se incomodou e eu fiquei muito satisfeito com a jogabilidade. O personagem sem nome é agradável visualmente e suas ações são identificáveis; apesar de o jogo não ter nenhum diálogo, é emocionante do mesmo jeito. Felizmente, há textos traduzidos para o PT-BR, infelizmente, com alguns erros, mas nada que comprometesse a nossa experiência. Este é o que mais recomendo desta lista e o único que só se consegue a platina depois de zerar o jogo.

Conheci Who Needs a Hero? pelo YouTube e, mesmo podendo jogá-lo no PC, só resolvi comprá-lo numa promoção do PlayStation Store. Satisfatoriamente, não há a opção de obscenidades para o PS5, lamentavelmente, há um erro na personalização do protagonista nesta versão, não consegui realizar as modificações que queria. A jogabilidade é bem simples, assim como Metroland, pois é um RPG de texto com foco na trama satírica bem escrita e inteligente. O jogador limita-se a fazer escolhas e jogar dados para lutar contra inimigos, ou seja, derrota-se os monstros com base na sorte, apesar de que há certa estratégia ao escolher usar um dado feito literalmente de merda ou outros itens compráveis com o ouro do jogo.

Reuni meus comentários sobre estas três platinas neste único texto, pois eu não tinha muito o que dizer. Os próximos jogos que pretendo comentar no Aniliquajo são It Takes Two e Marsupilami: Hoobadventure. Até lá.