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quarta-feira, 19 de março de 2025

Lego Harry Potter

Quando lançou Lego Harry Potter Anos 1 a 4 para PC em 2010 eu consegui comprar seu disco, contudo, ele veio com um erro que impedia de finalizar a última fase do ano 3; foi uma grande decepção. Anos depois, resolvi comprar a versão digital do jogo pelo Steam, mas também havia um erro na mesma fase! Felizmente, graças ao YouTube, consegui superá-lo e jogar todas as fases do jogo. Entretanto, o erro da versão do Steam impossibilitou que eu completasse o jogo a 100%! Só em 2024, quando comprei a mídia física de PS4 (que está em promoção na Amazon no momento), finalmente consegui platinar o jogo. Assim como o Anos 5 a 7, consegui todos os troféus e mais uma platina com minha inestimável parceira de jogos, minha amada mãe, agora no começo de 2025.

Ambos os jogos foram baseados nos filmes, mas têm alguns detalhes dos livros que não há nos longas-metragens, como o professor Binns. Infelizmente, são poucas essas referências.

sábado, 22 de fevereiro de 2025

Minhas Leituras em 2024

Diferente de 2023, eu não li muitos livros de Agatha Christie em 2024, então também comentarei sobre obras de outros autores neste texto. Só não escreverei sobre O Chamado do Cuco, pois já o fiz. Eu não recomendo esse livro, mas, quem quiser comprá-lo, utilize meu link para associados da Amazon, pois ganho uma comissão por cliques: https://amzn.to/41q6s9x Aliás, todos os livros aqui comentados terão links para a Amazon; clicá-los e comprar os produtos ajudar-me-á.

sexta-feira, 1 de março de 2024

O Menino, a Garça e os Hashiras

Em 22 de fevereiro de 2024, no Brasil, estrearam O Menino e a Garça e Kimetsu no Yaiba - Para o Treinamento dos Hashiras; bem como O Jogo da Morte, um terrir maravilhoso, muito divertido mesmo. Mas, neste comentário, focarei nas obras japonesas. Aproveitei a primeira Semana do Cinema do ano com o objetivo de obter os ingressos que custaram apenas 12 Reais cada. Agradeço a todos os envolvidos.

O filme do Menino é do Hayao Miyazaki, roteirista que já me agraciou com as obras-primas O Mundo dos Pequeninos e O Serviço de Entregas da Kiki, mas que inclusive fez o horroroso A Viagem de Chihiro. Também gostaria de mencionar O Reino dos Gatos, meu preferido, mas não é obra dele, embora seja do estúdio desse diretor. Mas, indo ao que interessa, O Menino e a Garça é ótimo;

sábado, 6 de janeiro de 2024

Comentários Sobre os Especiais de 2023 de Dr. Who

Depois de mais de um ano, Dr. Who ganhou novos episódios: três especiais em comemoração ao sexagenário e um especial de Natal, todos escritos por Russel T. Davies. Como eu escrevi em Agradeço por Tudo, Steven Moffat, dá para ter alguma emoção com os roteiros do RTD, nem que seja negativa, que foi o caso do primeiro especial, A Fera Estelar, em novembro de 2023. Admito, porém, que a culpa não foi toda do roteirista, já que Pat Mills e Dave Gibbons contribuíram na criação da história. Os demais especiais, escritos exclusivamente pelo RTD e lançados em dezembro de 2023, foram muito bons.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

sábado, 27 de novembro de 2021

O Melhor Homem-Aranha

Como eu afirmei em Meus 16 Artistas Disney Preferidos, nunca tive afeto pelos personagens da Marvel ou pelos da DC. Quando criança, considerava seus quadrinhos muito adultos e não me interessava em lê-los. Quando cresci, só confirmei o que antes era suposição. E, mesmo assim, não eram o tipo de obras que me agradavam. Apesar disso, por causa de jogos eletrônicos e desenhos animados, eu nutria certo interesse em personagens como Batman e Homem-Aranha. O Morcego teve filmes muito bons dirigidos por Tim Burton e Christopher Nolan. O Cabeça de Teia não teve a mesma sorte, pois Sam Raimi dirigiu uma trilogia inacreditavelmente horrenda, chegando ao ápice da repugnância no filme de 2004, que não merecia nem ter “Homem-Aranha” no título. Filme que eu tive a infelicidade de ver no cinema, além de ter ocorrido uma experiência traumática durante a sessão, mas não vou expô-la aqui. Ressalto também como o protagonista desses três filmes não parecia ser um herói, era a pior versão de Peter Parker existente: um derrotado que estava sempre desistindo e ainda era muito egoísta. Sem falar nos inúmeros furos de roteiros da trilogia! Destaque para o Homem-Aranha não ter lançadores de teia construídos com seus conhecimentos de química e física, mas lançar teias do seu próprio corpo!! Deve-se haver bom senso na ficção científica, mesmo sendo ficção. O menos pior foi o Homem-Aranha 3, de 2007, porque pelo menos dava para rir um pouco.


Mas chega de perder tempo escrevendo sobre a minha maior decepção com a Marvel e alguns dos piores filmes que já vi na vida. Vamos ao que interessa: a primeira vez que eu fui cativado por um Homem-Aranha das telonas foi ao ver O Espetacular Homem-Aranha. Aquele, sim, era o Homem-Aranha que eu gostava de ver nas séries animadas! E o vilão do filme também foi maravilhoso. Também vale destacar que o ator protagonista já tinha participado de um episódio de Dr. Who antes! Mas aí veio a sequência horrível e eu perdi as esperanças de ver outro filmaço do Cabeça de Teia no cinema. Até afirmei que nunca mais veria outro filme de super-herói. “Promessa” que eu logo quebrei, claro.


domingo, 11 de março de 2018

Bruxaria à Brasileira

Harry Potter não é ruim, muito longe disso. Agora, incomoda-me muito pessoas chamarem a Jo de gênio por escrever os livros dessa saga. A escritora Joanne Rowling pode ter feito muito sucesso, mas não deixou de cometer vários erros em sua história do bruxinho britânico. Não escrevo como uma pessoa aversa a esse mundo de magia e bruxaria, tenho todos os livros e DVDs de Harry Potter, é um bom passatempo, há várias qualidades nessa obra. Mas também vários defeitos. O mais notável é a divisão de casas de Hogwarts, principalmente pelo destaque que Jo dá para Grifinória e Sonserina, as maniqueístas boa e má, e o quase completo esquecimento pela Lufa-Lufa, a casa da empatia, da aceitação, da igualdade. E tal defeito A Arma Escarlate não possui.

Arquivo Pessoal
Na maioria, se não for em todas, as entrevistas que a escritora Renata Pacheco Ventura dá, ela afirma que "já vinha pensando em como seria uma comunidade bruxa no Brasil há algum tempo, mas a ideia de escrever, de fato, o que eu estava imaginando, veio quando vi uma entrevista com a J.K. Rowling. Nela, um jovem norte-americano perguntava à autora se ela um dia escreveria um livro sobre uma escola de magia nos Estados Unidos. Ela respondeu que não, mas sugeriu que ele próprio escrevesse! Foi então que decidi fazer o mesmo, só que no Brasil!". E Renata não só fez, como melhorou absolutamente cada aspecto que Harry Potter apresenta, em A Arma Escarlate. Corro o risco de estar usando uma hipérbole, mas não lembro de uma só característica abordada nos livros da Jo que a Renata não aprimorou em seu primeiro livro do bruxinho brasileiro. É realmente impressionante a semelhança e a diferença entre as duas obras, são completamente distintas, contudo, por se passarem ambas no mesmo universo, há várias correlações.

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