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terça-feira, 21 de julho de 2026

Ukko e Guará

O lobo-guará é um animal por quem tenho grande afeto. Desde criança, adoro-o. Já joguei um jogo antes com o bicho e, de lá para cá, adquiri calendários, uma estatueta (infelizmente manca no atual momento), adesivos, livro de colorir, camisetas e uma caneca do animal. Espero poder conhecê-lo “pessoalmente” um dia. Entretanto, neste texto, comentarei sobre o jogo criado pelo estúdio brasileiro Maqna Interactive.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Poder em Dobro

Não lembro se já registrei no Aniliquajo, mas nunca fui de comprar grandes lançamentos, jogos AAA copiosamente caros e que meu PC não suporta. Porém, desde que consegui meu PS5, tenho jogado jogos grandes que entram em promoção e eu posso pagar no momento. It Takes Two é um deles e comentarei sobre ele neste texto.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Três Platinas Fáceis de Jogos Curtos

Subway Surfers é um jogo para celular que eu conheci há mais de uma década, originalmente não tinha o idioma português, mas, felizmente, isso foi resolvido posteriormente. Compreensível, já que é uma obra gringa. O que eu não admito é um jogo brasileiro em inglês sem a opção para o idioma do Brasil! Talvez, se eu soubesse disso, nem teria comprado MetroLand, que conheci através deste vídeo do Fiaspo, contundo, não me arrependi da compra nem de tê-lo jogado. Foi a platina mais rápida que já fiz, só por isso, e por poder jogar uma cópia de Subway Surfers no PS5, já valeu a pena. Aliás, há vários defeitos do jogo original que foram corrigidos nesta cópia; dentre eles, o de eliminar propagandas e compras dentro do jogo. Para conseguir zerar MetroLand, é só gastar uma única vez com o preço da PlayStation Store e pronto.

Comprei Arise: A Simple Story porque já tinha visto uns vídeos no YouTube que mostravam o quão belo o jogo era, não só pelos lindos gráficos, mas como também pela sua história e trilha sonora soberba. Felizmente, dá para jogar cooperativamente, então convidei minha mãe para controlar o protagonista e eu, os elementos do cenário. Contudo, achei esse meu controle chato, então trocamos; ela não se incomodou e eu fiquei muito satisfeito com a jogabilidade. O personagem sem nome é agradável visualmente e suas ações são identificáveis; apesar de o jogo não ter nenhum diálogo, é emocionante do mesmo jeito. Felizmente, há textos traduzidos para o PT-BR, infelizmente, com alguns erros, mas nada que comprometesse a nossa experiência. Este é o que mais recomendo desta lista e o único que só se consegue a platina depois de zerar o jogo.

Conheci Who Needs a Hero? pelo YouTube e, mesmo podendo jogá-lo no PC, só resolvi comprá-lo numa promoção do PlayStation Store. Satisfatoriamente, não há a opção de obscenidades para o PS5, lamentavelmente, há um erro na personalização do protagonista nesta versão, não consegui realizar as modificações que queria. A jogabilidade é bem simples, assim como Metroland, pois é um RPG de texto com foco na trama satírica bem escrita e inteligente. O jogador limita-se a fazer escolhas e jogar dados para lutar contra inimigos, ou seja, derrota-se os monstros com base na sorte, apesar de que há certa estratégia ao escolher usar um dado feito literalmente de merda ou outros itens compráveis com o ouro do jogo.

Reuni meus comentários sobre estas três platinas neste único texto, pois eu não tinha muito o que dizer. Os próximos jogos que pretendo comentar no Aniliquajo são It Takes Two e Marsupilami: Hoobadventure. Até lá.

sábado, 19 de abril de 2025

Uma Saída

A Way Out é um jogo de PS4 exclusivamente cooperativo que trata de uma jornada de dois presos fugitivos que embarcam em uma aventura para matar um vilão que os fez ir à cadeia. O estilo lembra Life is Strange 2, cuja platina fiz recentemente, mas sem a politicagem deste. Os dois jogadores controlam Vincent e Leo; o primeiro, mais ponderado e racional, enquanto o segundo é mais emotivo e violento. Diferente do primeiro jogo de Life is Strange e de filmes ruins como Mickey 17 e A Verdadeira Dor, em A Way Out, o personagem com personalidade horrível não é exaltado nem elogiado por seu parceiro ou pelo roteiro bem escrito. Dr. Who também está sofrendo desse mal-estar da atualidade, vide a companheira da temporada de 2025. Triste.

Mesmo com seus defeitos, eu aprendi a gostar do Leo (diferente dos personagens das obras citadas acima), pois, ao decorrer da história, é mostrado como ele se importa com sua família e seu novo amigo, o Vincent, mas este continua sendo meu preferido. Quanto aos defeitos do jogo, não são muitos: a dublagem não é muito boa, mas as legendas em português são ótimas, praticamente não vi erros. Outro ponto negativo é que, no final, vira um jogo de tiro em terceira pessoa; e, como eu já escrevi em Lego Harry Potter, esse gênero desagrada-me. Por último, é difícil usar o L3 para correr.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

quarta-feira, 19 de março de 2025

Lego Harry Potter

Quando lançou Lego Harry Potter Anos 1 a 4 para PC em 2010 eu consegui comprar seu disco, contudo, ele veio com um erro que impedia de finalizar a última fase do ano 3; foi uma grande decepção. Anos depois, resolvi comprar a versão digital do jogo pelo Steam, mas também havia um erro na mesma fase! Felizmente, graças ao YouTube, consegui superá-lo e jogar todas as fases do jogo. Entretanto, o erro da versão do Steam impossibilitou que eu completasse o jogo a 100%! Só em 2024, quando comprei a mídia física de PS4 (que está em promoção na Amazon no momento), finalmente consegui platinar o jogo. Assim como o Anos 5 a 7, consegui todos os troféus e mais uma platina com minha inestimável parceira de jogos, minha amada mãe, agora no começo de 2025.

Ambos os jogos foram baseados nos filmes, mas têm alguns detalhes dos livros que não há nos longas-metragens, como o professor Binns. Infelizmente, são poucas essas referências.

sábado, 2 de novembro de 2024

O Cabeça de Abóbora


Pumpkin Jack foi uma grata surpresa. Interessou-me depois de ver que estava com um preço bom na Playstation Store e de assistir a um vídeo da jogabilidade dele. Contudo, quando fui jogar, de fato, a obra, a experiência foi melhor do que eu esperava! Lembra bastante um jogo de PS1, mas com gráficos melhores e legendas em PT-BR; há uma narração em inglês, mas não me incomodou. É do meu gênero favorito: plataforma 3D; o jogador precisa atravessar obstáculos pulando, batendo em itens do cenário e lutando contra inimigos, entre outras peripécias.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

sábado, 1 de julho de 2023

SAO - Crepúsculo Sombrio

 Este é um Simples Comentário, para saber mais, leia a introdução.

Sword Art Online: Progressive - Scherzo do Crepúsculo Sombrio

Gekijouban Sword Art Online the Movie: Progressive - Kuraki Yuuyami no Scherzo

2022

Japão

Dois meses se passaram desde que o jogo mortal começou, e Kirito e Asuna continuam progredindo. Eles param para pegar um tesouro, mas então devem enfrentar o monstro menos favorito de Asuna.

Quatro Estrelas e Meia

Maravilhoso, mas teve uma ou mais partes que poderiam melhorar

💕

terça-feira, 30 de maio de 2023

Os Irmãos Mario

Este é um Simples Comentário, para saber mais, leia a introdução.

Super Mario Bros. - O Filme

2023

EUA e Japão

Mario é um encanador junto com seu irmão Luigi. Um dia, eles vão parar no reino dos cogumelos, governado pela princesa Peach, mas ameaçado pelo rei dos Koopas, que faz de tudo para conseguir reinar em todos os lugares.

Quatro Estrelas

Ótimo filme, mas podia ser melhor

💕

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Meu Jogo Favorito

Em 2011, eu vi que no Mercado Livre havia um pacote de dois jogos em mídia digital. A duologia Portal parecia boa, então resolvi comprar. Eu só precisava instalar o Steam para instalar os jogos e poder jogá-los. Mas Portal superou as minhas expectativas! Eu não esperava que fosse tão bom. Portal 2 eu não pude jogar porque o meu computador da época não suportava, então ainda demorou alguns anos para que eu descobrisse o meu jogo favorito.

Divulgação

Portal 2 é o meu jogo favorito por ser o jogo mais completo que já joguei. Ele tem história maravilhosa, personagens carismáticos, humor na medida certa, jogabilidade deliciosa, proezas do Steam, modo cooperativo excepcional, editor de nível (para a criação dos chamados "mods") e até comentários do programador! E a trilha sonora é discreta e casa perfeitamente com o jogo, sem nunca atrapalhar.

Eu amo ficção científica e um bom mistério, assim como robôs, e em Portal 2 há tudo isso na melhor qualidade! O primeiro já tinha me surpreendido por ser um jogo em primeira pessoa que não era de tiro, porque não me agrada os famigerados "FPS", e eu relacionava a visão em primeira pessoa a jogos de tiros, mas joguei Portal e fiquei maravilhado! Acredito que foi por causa dele que comecei a me interessar por jogos de terror em primeira pessoa.

Eu adiei por muito tempo a escrita desta análise por querer completar o jogo antes de escrevê-la, mas percebi que esta maravilha da décima arte possui um grande fator "replay", ou seja, pode-se rejogar várias e várias vezes sem cansar, porque há, como mencionei acima, recursos que favorecem a experiência do jogador na sua 2ª, 3ª e 4ª jogatina, como a conquista das proezas, a leitura dos comentários dos programadores, a cooperação com os amigos e a degustação de câmaras de testes criadas pelos colegas jogadores.

Por último, destaco que o único "problema" dessa maravilha que beira a perfeição é a falta da tradução para o português brasileiro, perdeu-se uma grande oportunidade de dublar o jogo com a nossa magnífica versão brasileira, elogiada nacional e internacionalmente. Mas fico feliz que pelo menos há uma bela tradução no belíssimo português de Portugal, onde é mais natural a utilização da segunda pessoa dos pronomes do caso reto, o que muito me agrada.

Arte Relacionada

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A Beleza de uma Arte Independente

Jogos eletrônicos vêm ganhando destaque atualmente, sendo atacados e aclamados pela mídia convencional e virtual. E o simples fato de nosso cérebro ainda poder ser enganado facilmente por artifícios eletrônicos que nos trazem o sistema de recompensa de uma maneira impensável há algumas décadas nos faz acreditar que esse sucesso ainda perdure por um longo período.

Quando começaram a criar jogos, a complexidade tecnológica para programar alguns poucos pixels jogando pingue-pongue era imensa, apenas grandes empresas poderiam produzir e distribuir jogos eletrônicos, limitando essa nova arte de ser produzida por indivíduos, por um pequeno grupo de pessoas. Esses tipos de jogos eram muito polidos, o objetivo era que um grande público consumisse, e, talvez por causa disso, alguns não deram certo. Não que a arte comercial seja ruim, mas pode torna-se muito rasa se não houver cuidado. Sem contar que uma obra com poucos recursos necessita de mais criatividade, e há de se admirar criatura que seja tão formosa vinda de um número tão reduzido de criadores.

Divulgação