Mostrando postagens com marcador Independente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Independente. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de janeiro de 2026

Festival de Cinema Francês de 2025 e o Melhor Filme de Dezembro

Infelizmente, no ano de 2025, não tive a oportunidade de assistir a tantos filmes no Festival de Cinema Francês como no ano anterior (clique aqui para conferir meus simples comentários sobre eles). Comentá-los-ei na sequência em que os vi, que coincidentemente é a minha lista de o melhor para o pior. Logo após, comento sobre o melhor filme que experienciei no cinema em dezembro de 2025.


sábado, 19 de abril de 2025

Uma Saída

A Way Out é um jogo de PS4 exclusivamente cooperativo que trata de uma jornada de dois presos fugitivos que embarcam em uma aventura para matar um vilão que os fez ir à cadeia. O estilo lembra Life is Strange 2, cuja platina fiz recentemente, mas sem a politicagem deste. Os dois jogadores controlam Vincent e Leo; o primeiro, mais ponderado e racional, enquanto o segundo é mais emotivo e violento. Diferente do primeiro jogo de Life is Strange e de filmes ruins como Mickey 17 e A Verdadeira Dor, em A Way Out, o personagem com personalidade horrível não é exaltado nem elogiado por seu parceiro ou pelo roteiro bem escrito. Dr. Who também está sofrendo desse mal-estar da atualidade, vide a companheira da temporada de 2025. Triste.

Mesmo com seus defeitos, eu aprendi a gostar do Leo (diferente dos personagens das obras citadas acima), pois, ao decorrer da história, é mostrado como ele se importa com sua família e seu novo amigo, o Vincent, mas este continua sendo meu preferido. Quanto aos defeitos do jogo, não são muitos: a dublagem não é muito boa, mas as legendas em português são ótimas, praticamente não vi erros. Outro ponto negativo é que, no final, vira um jogo de tiro em terceira pessoa; e, como eu já escrevi em Lego Harry Potter, esse gênero desagrada-me. Por último, é difícil usar o L3 para correr.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Desafio dos 100 filmes

Já faz alguns anos que, em uma rede social, eu vi este singelo desafio. Agradou-me ver alguns participantes compartilharem os filmes que viram e eu senti vontade de fazer o mesmo. Em um primeiro momento, pensei em fazer um desafio exclusivo de filmes brasileiros, mas era mais desafiante que o normal, então desisti. Passou-se muito tempo, mas finalmente chegou o dia em que farei esta lista de 100 filmes de vários países. Futuramente, talvez eu faça o desafio das séries. Quem sabe? E, como quem conta um conto, aumenta um ponto, resolvi alterar alguns enunciados do desafio original para personalizar e adaptá-lo ao meu estilo.

Quando necessário, colocarei uma nota uma linha abaixo do título do filme para curtos comentários. Em praticamente todos os títulos, há uma hiperligação para o imdb, que permite os usuários darem notas, tecerem análises e conferirem informações acerca de filmes e séries. Excetuando os tópicos 65 e 92, eu já vi todos os filmes aqui listados.

01. Um filme que marcou a sua infância
Eu tinha a fita VHS.

02. Um filme que lembre a sua adolescência

03. Um filme que passava na Sessão da Tarde e que você adora

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A Beleza de uma Arte Independente

Jogos eletrônicos vêm ganhando destaque atualmente, sendo atacados e aclamados pela mídia convencional e virtual. E o simples fato de nosso cérebro ainda poder ser enganado facilmente por artifícios eletrônicos que nos trazem o sistema de recompensa de uma maneira impensável há algumas décadas nos faz acreditar que esse sucesso ainda perdure por um longo período.

Quando começaram a criar jogos, a complexidade tecnológica para programar alguns poucos pixels jogando pingue-pongue era imensa, apenas grandes empresas poderiam produzir e distribuir jogos eletrônicos, limitando essa nova arte de ser produzida por indivíduos, por um pequeno grupo de pessoas. Esses tipos de jogos eram muito polidos, o objetivo era que um grande público consumisse, e, talvez por causa disso, alguns não deram certo. Não que a arte comercial seja ruim, mas pode torna-se muito rasa se não houver cuidado. Sem contar que uma obra com poucos recursos necessita de mais criatividade, e há de se admirar criatura que seja tão formosa vinda de um número tão reduzido de criadores.

Divulgação