Mostrando postagens com marcador Amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amor. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2026

Poder em Dobro

Não lembro se já registrei no Aniliquajo, mas nunca fui de comprar grandes lançamentos, jogos AAA copiosamente caros e que meu PC não suporta. Porém, desde que consegui meu PS5, tenho jogado jogos grandes que entram em promoção e eu posso pagar no momento. It Takes Two é um deles e comentarei sobre ele neste texto.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Três Platinas Fáceis de Jogos Curtos

Subway Surfers é um jogo para celular que eu conheci há mais de uma década, originalmente não tinha o idioma português, mas, felizmente, isso foi resolvido posteriormente. Compreensível, já que é uma obra gringa. O que eu não admito é um jogo brasileiro em inglês sem a opção para o idioma do Brasil! Talvez, se eu soubesse disso, nem teria comprado MetroLand, que conheci através deste vídeo do Fiaspo, contundo, não me arrependi da compra nem de tê-lo jogado. Foi a platina mais rápida que já fiz, só por isso, e por poder jogar uma cópia de Subway Surfers no PS5, já valeu a pena. Aliás, há vários defeitos do jogo original que foram corrigidos nesta cópia; dentre eles, o de eliminar propagandas e compras dentro do jogo. Para conseguir zerar MetroLand, é só gastar uma única vez com o preço da PlayStation Store e pronto.

Comprei Arise: A Simple Story porque já tinha visto uns vídeos no YouTube que mostravam o quão belo o jogo era, não só pelos lindos gráficos, mas como também pela sua história e trilha sonora soberba. Felizmente, dá para jogar cooperativamente, então convidei minha mãe para controlar o protagonista e eu, os elementos do cenário. Contudo, achei esse meu controle chato, então trocamos; ela não se incomodou e eu fiquei muito satisfeito com a jogabilidade. O personagem sem nome é agradável visualmente e suas ações são identificáveis; apesar de o jogo não ter nenhum diálogo, é emocionante do mesmo jeito. Felizmente, há textos traduzidos para o PT-BR, infelizmente, com alguns erros, mas nada que comprometesse a nossa experiência. Este é o que mais recomendo desta lista e o único que só se consegue a platina depois de zerar o jogo.

Conheci Who Needs a Hero? pelo YouTube e, mesmo podendo jogá-lo no PC, só resolvi comprá-lo numa promoção do PlayStation Store. Satisfatoriamente, não há a opção de obscenidades para o PS5, lamentavelmente, há um erro na personalização do protagonista nesta versão, não consegui realizar as modificações que queria. A jogabilidade é bem simples, assim como Metroland, pois é um RPG de texto com foco na trama satírica bem escrita e inteligente. O jogador limita-se a fazer escolhas e jogar dados para lutar contra inimigos, ou seja, derrota-se os monstros com base na sorte, apesar de que há certa estratégia ao escolher usar um dado feito literalmente de merda ou outros itens compráveis com o ouro do jogo.

Reuni meus comentários sobre estas três platinas neste único texto, pois eu não tinha muito o que dizer. Os próximos jogos que pretendo comentar no Aniliquajo são It Takes Two e Marsupilami: Hoobadventure. Até lá.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Os Melhores Filmes de Janeiro a Março de 2026

Neste texto, comentarei os filmes que mais gostei de ver entre janeiro e março deste ano, preferencialmente no cinema. Para não me repetir, deixo já registrado que amei todos e que julguei todos maravilhosos, incluindo direção, roteiro, atuação, personagens, dublagem brasileira e animação. Farei ressalvas sobre as exceções.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Os Melhores Filmes de Março e Abril de 2025

Eu já tinha visto Longlegs cujo diretor é o mesmo de O Macaco, mas não esperava que este filme fosse tão bom! Ficarei de olho nos próximos longas de Osgood (que eu pensava ser nome de mulher, dada a personagem de Dr. Who).

Theo James que interpreta o protagonista e seu gêmeo do mal quando adultos está ótimo, mas Christian Convery que os interpreta quando mais jovens está perfeito; pensei até que se tratava de dois atores mirins! Não gosto da Tatiana que faz a mãe dos dois, mas ela felizmente dura pouco no filme e ainda tem uma morte marcante, um dos poucos momentos pesados da obra. O Macaco, inspirado num conto de Stephen King, é muito mais comédia que terror, mas de um humor sanguinolento. Também gostei de ver o Adam Scott, pena que ele teve pouco tempo de tela. O engraçado é que, por sua aparente morte pelo boneco assassino, depois, sua esposa só fala mal dele, pois pensa que ele abandonou a família.

A dublagem brasileira foi igualmente perfeita: Philippe Maia, Enzo Dannemann, Mariana Torres, Eduardo Drummond, Reginaldo Primo e Sérgio Cantú foram maravilhosos! Destaco o Enzo, que me enganou igual ao Christian por causa dos gêmeos jovens.

sábado, 19 de abril de 2025

Uma Saída

A Way Out é um jogo de PS4 exclusivamente cooperativo que trata de uma jornada de dois presos fugitivos que embarcam em uma aventura para matar um vilão que os fez ir à cadeia. O estilo lembra Life is Strange 2, cuja platina fiz recentemente, mas sem a politicagem deste. Os dois jogadores controlam Vincent e Leo; o primeiro, mais ponderado e racional, enquanto o segundo é mais emotivo e violento. Diferente do primeiro jogo de Life is Strange e de filmes ruins como Mickey 17 e A Verdadeira Dor, em A Way Out, o personagem com personalidade horrível não é exaltado nem elogiado por seu parceiro ou pelo roteiro bem escrito. Dr. Who também está sofrendo desse mal-estar da atualidade, vide a companheira da temporada de 2025. Triste.

Mesmo com seus defeitos, eu aprendi a gostar do Leo (diferente dos personagens das obras citadas acima), pois, ao decorrer da história, é mostrado como ele se importa com sua família e seu novo amigo, o Vincent, mas este continua sendo meu preferido. Quanto aos defeitos do jogo, não são muitos: a dublagem não é muito boa, mas as legendas em português são ótimas, praticamente não vi erros. Outro ponto negativo é que, no final, vira um jogo de tiro em terceira pessoa; e, como eu já escrevi em Lego Harry Potter, esse gênero desagrada-me. Por último, é difícil usar o L3 para correr.

Aviso: este texto contém revelações sobre o enredo.

sábado, 13 de julho de 2024

Meu Pai

Hoje é o dia em que meu pai completaria 64 anos, mas não há nada para comemorar hoje, pois ele morreu ontem. No enterro, havia uma multidão; meu pai era um homem muito querido, muito amado. Se fosse o meu velório, não teria um sexto daquela gente. Se eu pudesse, dava a minha vida a ele, que perdeu a sua tão cedo. Uma pessoa disse-me algo como “Teu pai era uma pessoa maravilhosa.” Nem precisava dizer, eu sempre soube. Ver meu pai deitado naquele caixão fez-me sentir um vazio dentro de mim, como uma parte de mim que se foi. Fico triste e com raiva por meu pai ter me deixado, não dele, óbvio. Não são sentimentos direcionados a alguém específico, mas à injustiça da vida. Bem, quem disse que a vida era justa? Os pais morrem antes dos filhos, eu já sabia disso; é o curso natural. Mas não precisava ser agora.

sábado, 28 de outubro de 2023

Cântico

Este é um Simples Comentário, para saber mais, leia a introdução.

Anthem

1937 e 1946

EUA e Inglaterra

Cântico se passa num futuro em que impera uma ordem governamental totalitária de tipo fasci-comunista, mas que não tem um nome específico. O tema central da história é o conflito do indivíduo contra o coletivo, elemento onipresente na obra da autora e fundante da moralidade e da filosofia política de Rand, o objetivismo. Que Ayn Rand queira fazer uma devoção ao ego humano está em consonância com os princípios básicos de sua filosofia, a saber: a razão, o individualismo, a volição, a sustentação de valores que não contradizem a razão etc. Embora Cântico seja, em termos de concepção, temporalmente anterior a A nascente (1943) e a A revolta de Atlas (1957), os princípios básicos citados já estão nítidos na obra: o indivíduo heroico que se revolta contra a ordem política totalitária, o brilhantismo individual que o conduz a ações “socialmente erradas”, a punição e a perseguição pela virtude. — André Assi Barreto

Cinco Estrelas

Os poucos defeitos que existem não me incomodam

💕

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Agradeço por Tudo, Steven Moffat

Eu comecei a assistir Dr. Who pela temporada de 2005, a que voltou do hiato de 16 anos, depois que a série foi cancelada em 1989. Se desconsiderar o filme para a TV de 1996. E eu adorei o Doutor, assim como as histórias divertidas e inteligentes. Principalmente a dos episódios A Criança Vazia e O Doutor Dança. Infelizmente, a temporada acabou e o Doutor se regenerou. Eu fiquei muito surpreso, pois nunca tinha visto nada parecido antes! E também fiquei muito decepcionado, pois aquele Doutor que eu adorei virou outra pessoa, uma pessoa desagradável. Demorou quatro episódios até que eu me acostumasse com esse novo Doutor. Mas os outros personagens continuaram o mesmo. Embora eu tenha adorado a temporada anterior, os coprotagonistas não me agradaram em nada, eram mal escritos e fracos de personalidade, assim como os atores não eram nada de mais. Mesmo assim, continuei a assistir a série, pois as histórias ainda eram divertidas, e algumas eram inteligentes. Terminei essa segunda temporada, fui para a terceira e… Que surpresa, uma coprotagonista interessante! Parece que os personagens estão sendo melhores escritos agora, certo? Errado. A família dela era o estereótipo da sogra e adjacentes que detestam o namorado da filha. Mesmo que a filha não estivesse namorando o Doutor! Enfim, pelo menos, era melhor do que o romance forçado da temporada anterior. Terminei de assistir a mais uma temporada e, bem, não há nada tão ruim que não possa piorar. Na quarta temporada, conheço a pior coprotagonista de toda a série: Donna. As anteriores Rose e Martha não eram lá grande coisa, pois eram mal escritas, e a primeira não tinha personalidade. Mas o que dizer da terceira, que tem uma personalidade extremamente irritante? Além de uma história ridícula de ela ser a pessoa mais importante no universo! Como se já não bastasse toda a arrogância e grosseria da Donna, ainda quiseram adicionar uma insegurança! Nesse ponto, eu já estava muito decepcionado em como a qualidade da série havia decaído tanto. Quero dizer, ainda havia bons episódios, mas a maioria já me parecia mal escritos e sem sentido, principalmente por focar nos coprotagonistas, e não no protagonista que dá nome à série, o Doutor! Um Doutor que era tão irritante como a Donna, que duplinha... E então, finalmente esse Doutor horrível se regenerou! Não só isso, o autor dos da maioria dos roteiros medíocres, Russel T Davies, também saiu da série! E o escritor dos melhores episódios dessas quatro temporadas que eu havia assistido, Steven Moffat, tornara-se escritor-chefe da série! Eu já estava esperando que a quinta temporada fosse tão boa como a primeira, mas fiquei impressionado ao perceber que era mil vezes melhor! Já no primeiro episódio dessa nova temporada, A Décima Primeira Hora, ver o novo Doutor soltando aquela “fumacinha regenerativa” pela boca no começo foi como um grande suspiro de satisfação, e um grande alívio de minha parte. Era um novo começo para Dr. Who, que deixaria para trás todo um mar de personagens menos que aceitáveis para que Steven pudesse explorar bem uma série com tanto potencial.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Só Mais Uma História de Amor

- Quero te dizer tudo o que eu sinto por ti.
- Diga.
Ela sente vergonha, mas toma coragem e diz:
- Amo-te.
Ele olha desconfiado a cara trêmula dela.
- Tudo o que tu sentes por mim são apenas duas palavras?
Ela cora. Ele dá um sorriso de deboche. Ela vai embora.
- Desculpe por ontem. Podemos continuar amigos?
Ela diz para ele.
- Claro, até porque não se acaba uma amizade de anos por uma besteira dessas, né?
Ele ri e cora. Ela faz um gesto para afirmar que assentiu e pensa em não desistir de transformar a amizade em um romance.
- Vamos ao cinema?
Dias depois, ela convida.
- Se você pagar, sim.
Ela não vê problema.
- Vamos ao museu? Eu pago.
Depois de meses custeando o amigo, ele resolve abrir o bolso.
- Vamos!
Ela está feliz, parece que seus passeios frequentes estão amolecendo o rapaz.
- Lembra do ano passado, quando debochei de ti?
Ele fala. Os dois esperando o sinal verde para atravessar a faixa de pedestres.
- Quê que tem?
Ela indaga, esperançosa. Ouve-se pessoas gritando.
- Caminhão desgovernado!!
As pessoas correm. Menos ela, paralisada pelo choque. Quando ele percebe que ela não está correndo já é tarde demais.
- Não!!!
Ele chora. Ela foi atropelada, praticamente cortada ao meio pelo meio de transporte.
- Foi bom nosso tempo juntos, obrigada.
- Não fale como se estivesse se despedindo!
Ele chora mais. Ela está perdendo a consciência.
- Por favor, não vá...
Ele soluça enquanto segura a mão dela.
- Amo-te.
São as duas últimas palavras que ela ouve.
- Eu sei.
São as duas últimas palavras que ela diz.
Eles perdem.