Iniciei uma campanha no Apoia.se de financiamento coletivo contínua por mês, ou seja, quem apoiar, será cobrado todos os meses, dia 1º, o valor que escolheu. Com o dinheiro arrecado posso enfim comprar um domínio para o Aniliquajo deixar de ter o "blogspot.com" no endereço deste meu cantinho virtual. Também usarei a bufunfa para pagar minhas contas. Se eu conseguir alcançar a minha primeira meta, claro. Sem mais delongas, ajude-me financeiramente acessando https://apoia.se/danessy
Ah, esqueci de informar que tem recompensas para quem me apoiar com a partir de 20 Reais, confira-as acessando a hiperligação acima da imagem logo arriba.
domingo, 5 de dezembro de 2021
sábado, 27 de novembro de 2021
O Melhor Homem-Aranha
Como eu afirmei em Meus 16 Artistas Disney Preferidos, nunca tive afeto pelos personagens da Marvel ou pelos da DC. Quando criança, considerava seus quadrinhos muito adultos e não me interessava em lê-los. Quando cresci, só confirmei o que antes era suposição. E, mesmo assim, não eram o tipo de obras que me agradavam. Apesar disso, por causa de jogos eletrônicos e desenhos animados, eu nutria certo interesse em personagens como Batman e Homem-Aranha. O Morcego teve filmes muito bons dirigidos por Tim Burton e Christopher Nolan. O Cabeça de Teia não teve a mesma sorte, pois Sam Raimi dirigiu uma trilogia inacreditavelmente horrenda, chegando ao ápice da repugnância no filme de 2004, que não merecia nem ter “Homem-Aranha” no título. Filme que eu tive a infelicidade de ver no cinema, além de ter ocorrido uma experiência traumática durante a sessão, mas não vou expô-la aqui. Ressalto também como o protagonista desses três filmes não parecia ser um herói, era a pior versão de Peter Parker existente: um derrotado que estava sempre desistindo e ainda era muito egoísta. Sem falar nos inúmeros furos de roteiros da trilogia! Destaque para o Homem-Aranha não ter lançadores de teia construídos com seus conhecimentos de química e física, mas lançar teias do seu próprio corpo!! Deve-se haver bom senso na ficção científica, mesmo sendo ficção. O menos pior foi o Homem-Aranha 3, de 2007, porque pelo menos dava para rir um pouco.
Mas chega de perder tempo escrevendo sobre a minha maior decepção com a Marvel e alguns dos piores filmes que já vi na vida. Vamos ao que interessa: a primeira vez que eu fui cativado por um Homem-Aranha das telonas foi ao ver O Espetacular Homem-Aranha. Aquele, sim, era o Homem-Aranha que eu gostava de ver nas séries animadas! E o vilão do filme também foi maravilhoso. Também vale destacar que o ator protagonista já tinha participado de um episódio de Dr. Who antes! Mas aí veio a sequência horrível e eu perdi as esperanças de ver outro filmaço do Cabeça de Teia no cinema. Até afirmei que nunca mais veria outro filme de super-herói. “Promessa” que eu logo quebrei, claro.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
Identitarismo: uma Má Ideia, Atualmente santificada
Ou Nenhum Ódio Deve Ser Tolerado
Academicamente chamado de “Política Identitária”, o identitarismo nada mais é que uma distorção de boas ideias. Segundo Helen Pluckrose e James A. Lindsay, a “política identitária é uma abordagem bem diferente do liberalismo universal e, na sua forma de Justiça Social, deriva de uma virada intelectual na academia esquerdista. Desde o fim dos anos 1960 até meados dos anos 1980, alguns intelectuais de esquerda de várias disciplinas tiveram uma desilusão com o marxismo e teorizaram um modo radicalmente diferente de ver a sociedade. […] Esse novo modo de pensar se enraizava no construtivismo social, a ideia de que o conhecimento não é descoberto, mas fabricado pelas pessoas na forma de discursos — formas de se falar sobre coisas. O conhecimento é construído, diz a tal teoria, a serviço do poder e, portanto, perpetua a desigualdade. Sob essa abordagem, todas as metanarrativas dominantes — grandes explicações abrangentes de como entendemos o mundo — devem ser desmanteladas, incluindo a ciência e a razão. Dessa forma, o conceito de conhecimento objetivo, acessível a todos, é negado porque é impossível separá-lo da subjetividade e da perspectiva pessoal.”
O identitarismo – ou “lacração”, como vulgarmente chamado – precisa ser entendido corretamente para que novos adeptos não sejam atraídos pela sua falsa moral e racionalidade, por isso monto este texto, que é simplesmente uma introdução ao tema, pois não pretendo me aprofundar nele, apenas citar trechos de textos que recomendo de bons críticos a essa política e fazer modestos comentários a respeito.
No texto A política identitária não é uma continuação dos movimentos por direitos civis, pode-se entender melhor os problemas desta abordagem. Reproduzo abaixo uma lista com uma síntese deles, mas reitero a recomendação do texto completo, um artigo científico facilmente compreensível.
- Epistemológicos: Ela depende da altamente duvidosa teoria construtivista social e por isso produz leituras fortemente enviesadas de situações.
- Psicológicos: Seu foco único na identidade é divisivo, reduz a empatia entre os grupos e vai contra intuições morais fundamentais de justiça e reciprocidade.
- Sociais: Ao falhar em defender princípios de não-discriminação com coerência, ela ameaça enfraquecer ou destruir tabus sociais contra julgar as pessoas por sua raça, gênero ou sexualidade.
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Caçadores de Demônios em um Trem
Este é um Simples Comentário, para saber mais, leia a introdução.
Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Movie: Mugen Train
Gekijouban Kimetsu no Yaiba: Mugen Ressha-hen
2020
Japão
Tanjiro Kamado, junto com Inosuke Hashibira e Zenitsu Agatsuma embarcam no Trem do Infinito em uma nova missão com o Pilar de Fogo, Kyojuro Rengoku, para derrotar um demônio que tem atormentado as pessoas.
Quatro Estrelas e Meia
Maravilhoso, mas os japoneses podiam gritar menos.
💕
Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Movie: Mugen Train
Gekijouban Kimetsu no Yaiba: Mugen Ressha-hen
2020
Japão
Tanjiro Kamado, junto com Inosuke Hashibira e Zenitsu Agatsuma embarcam no Trem do Infinito em uma nova missão com o Pilar de Fogo, Kyojuro Rengoku, para derrotar um demônio que tem atormentado as pessoas.
Quatro Estrelas e Meia
Maravilhoso, mas os japoneses podiam gritar menos.
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